sábado, 14 de julho de 2018

"LIBERDADE !" -CRÔNICAS E CONTOS-


LIBERDADE !

ESTE O CAMINHO CORAJOSO,  ÚNICO É O PRINCÍPIO DOS EUA



   Este é o princípio onde repousa todas atividades norte-americanas. 
     Deslises acontecem aqui e lá, no mundo todo. 
    Porém, é tal a força moral destes princípios, que o símbolo arqueia por onde navegam todos os que buscam  refúgio naquele país afim de proteger afim de assegurar-se de sua liberdade.
      É tal a devoção por este berço cheio de esperança, que o Presidente lá eleito, é como se seu dever fosse de distribuir Justiça pelo mundo.
        Não é. Seu primeiro dever, mal ou bem interpretado,cabe a defessa dos Estados Unidos e, depois, o mundo. Não o inverso. 
         Bom fim de semana a todos. 
         Abraços.
         J. R. M. Garcia. 


quinta-feira, 12 de julho de 2018

CRIMINOSO CONTRABANDO -Crônica e Contos- Garcia



CRIMINOSO    CONTRABANDO 


Afinal  esta madeira vai para onde?

Será que a quantidade enorme nas barbas do mundo todo é levado para fora do Brasil ?

Que coisa ! 

Se quer nos deixam uma casquinha.

Este é o verdadeiro contrabando. 

Criminoso. 

J. R. M. Garcia 

segunda-feira, 9 de julho de 2018

CRÔNICAS E CONTOS (Garcia)


NADA    E    TUDO

Nove de Julho de 1932 
Data da Revolução Constitucionalista.  É dia comemorativo apenas  no Estado de São Paulo a partir de 1997.
Muitos ignoram a peculiaridade desta data, e deste feriado. Não fazem ideia do motivo.
Afinal, o quê foi a Revolução Constitucionalista de 1932?
Foi um movimento armado nos mais variados cantões do país que gerou confronto bélico entre São Paulo e o caudilho Getúlio Vargas. Nesta data em, todo estado, comemora-se como a data da revolução pela Democracia.
É possível fazermos alguma analogia entre esta intentona, que teve sua sede em São Paulo, e o chamado “resto do país”?
Imagino que seja possível sim.
Não se vê qualquer movimento nacional que possua uma nova visão para a elaboração de um pensamento político. Somos uma negação neste sentido. Nenhum valor agregamos ao significado de gritarmos que a injustiça social é grande, que a fome, a assistência médica, segurança, acesso a escolaridade, é tudo. Que a roubalheira dos poderes constituídos é a moiraria, tendo uma pequena minoria como exceção.  E vai por aí.
O que está acontecendo conosco?
Nada e tudo ao mesmo tempo.
Uma nação que cresceu muito com índices populacionais quase inalcançáveis,   e uma miserável taxa de seriedade e justiça para todos.
Mais. Inclusive um sistema ético que proteja o povo do Judiciário, do Legislativo e Executivo.
Parabéns aos paulistas.
Paciência.
J. R. M. Garcia. 


quarta-feira, 4 de julho de 2018

"VOOZINHO" - (CRÔNICAS E CONTOS) Garcia






VOOZINHO

Eita-voozinho canseira !
Começou antes de começar.
Coisinha curta. Tanto o voo como o tamanho do avião. Era um bandeirantes, um bimotor barulhento que levava de 8 passageiros. Era usado pela TAM.  Hoje já não usam mais. Voava, penso eu, entre 3.000 e 5.000 mts. de altura.
O voo era Ribeirão Preto para São Paulo. E para o lado de São Paulo estava escuro como breu.  Estes aviõezinhos não tinham porta separando a cabine dos dois pilotos. Era uma cortinazinha desta de correr.
Embarcamos e fui logo para a cabine grilar do perigo de voar como estava o tempo, já que no aeroporto (campo de aviação, melhor dizendo)  o vento da terrível borrasca balançava no solo o pequeno avião.
A resposta veio aos gritos:
--Temos horário a cumprir....Volte e sente.
Bem. Fiquei calado.
E lépido e fagueiro  -se se pode assim dizer de máquinas-  o aviãozinho ergueu-se como uma pluma no ar.
Uns cinco minutos depois começou a pular mais que cavalo. E os dois motores urravam sob a água.
--Amarrem os cintos. Gritou o piloto.
Não precisava do aviso, já que a bagagem de mão caia na cabeça de todos indo para o chão e ninguém catava. Não tinha aeromoça.
E a coisa foi aos pulos. Descia como uma queda brusca e subia ainda mais rápido.
Depois de Jundiaí, pegamos uma chuva de pedra  que, batendo nas latas da cabine e asas, parecia que estávamos sendo metralhados.
--Que isso ! Estamos caindo?
--Volte , sente e cale a boca.
Eu nunca tinha visto chuva de pedra em voo. Um horror!
O piloto somente não me veio dar uns tapas porque estava no manche.
E agora, quando vejo nuvens no céu de 2.017 e penso neste voozinho, fico a tremer.
Será que pulará muito ou vamos para o chão?
No céu as nuvens são densas, escuras e pesadas. E o voou sereno.
Mas agora isso é sonho.
Mas, vamos com Deus.
J. R. M. Garcia.





segunda-feira, 2 de julho de 2018

SOLIDÃO (Crônicas Contos) GARCIA


SOLIDÃO


A solidão ronda...
O silêncio oprime...
As horas passam...
Nada acontece...
O tempo escoa...
A chuva cái...
O dia vai...
A noite vem...
O mesmo é sempre...
O sentido é nenhum...
O coração dói..
A prece é muda...
Tudo que foi feito é nada...
As lembranças se apagam...
Os libertos são cativos...
Tudo igual, igual, igual...
Ouçamos...
Ouçamos o nada...

J. R. M. Garcia

segunda-feira, 25 de junho de 2018

ESTOU  FORA   DO   AR  POR  RAZÕES  SUPERIORES

DESCULPEM-ME