sábado, 30 de junho de 2012

VIVEMOS SOB A LEI DE DARWIN




Ao contrário do que se espera, a Teoria de Darwin não se prende apenas a evolução dos indivíduos que constituem uma espécie. 
A espécie, como um todo, também se altera através de seus costumes, hábitos, crenças, conceitos, paradigmas. Assim também nossas instituições, em caráter universal, mudam-se, altera-se.
E, aliás, é de seu entender que a espécie muda no sentido de adaptar-se. Esta é a meta de sua Teoria. 
Logo, o que vemos no mundo atual, com um grau exagerado de rápidas mudanças, está condizente com Darwin. 
Certamente estamos afastando dos conceitos como se fossem nominados de preconceitos. E, com isso, adaptando-se para um "mundo novo" que não vemos, mas que está em curso. 
Qual nossa meta dentro de curto espaço de tempo ?
O jeito, o processo único para respondermos a esta pergunta, é analisarmos onde está indo nossa evolução. 
Outra meneira julgo que não há. 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

SOMOS TODOS IDIOTAS



Na Europa, hoje, as bolsas não reagiram à esperada reunião de cúpula dos países que conduzem o euro. Todas bolsas, ao contrário do esperado, entraram em baixa. Logo, a expectativa que se supunha desta reunião já é, por antecipação, negativa.
Qual o futuro ?
Especialistas em Economia do mundo todo procedem verdadeiros rios de crônicas aconselhando isso e aquilo. Uma lereia sem fim em palavriado tecnico de "economêz" típico, esconde realidades que vão se acomulando sob a perplexidade geral de toda população.
Aqui em nosso país, a Imprensa se cala e se por acaso publicam ou noticiam que as notas da AGÊNCIA DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO REBAIXA RATING DE 8 BANCOS BRASILEIROS, fazem-no quase que como a desculpar-se, em letras miudas explicitando os nomes dos estabelecimentos bancários rebaixados, que, aliás, são todos: BB, Safra, Santander, HSBC, Bradesco, Itaú, Itaú BBA e Votorantim. Covardia à parte, esta Imprensa fraquinha como os próprios pagantes de seus sustento, é a mesma que, no segundo semestre deste ano noticiou os "lucros" milionários deste mesmos bancos.
Mas a verdade é que o mundo todo continua vivendo uma farsa. Uma triste falta de realidade econômica e financeira, uma bulfonaria capaz de esconder até mesmo a maior sensatez daqueles que pretendem assistir gestos de bom senso.
Enfim somos todos uns tolos nestas buscas sem rumo.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

" BOM CARNAVAL ! "




Isso faz muitos anos. É um fato que aconteceu na década de setenta, talvez.
Naquela época Ribeirão era pequena e tinhamo amigos comuns que conheciamo-nos. E relojoeiro era uma profissão particularmente considerada, pois que os relógios eram ainda de martelo, cordas etc. Nem de esfera ainda existiam. Sempre davam defeitos e cada um tinha o seu relojoeiro de confiança para cuidar de sua "máquina".
Naturalmente eu tinha o meu. Grande sudoso amigo, já falecido.
Era meio filósofo bem humorado. Ali, trabalhando nas "máquinas" pensava, e tinha para cada fato, uma opinião própria.
Sempre que se despedia de mim falava: "Bom carnaval !" Os anos iam e sempre ele assim me o desejava. Fosse em que época do ano fosse, sua recomendação era sempre a mesma.
Um dia perguntei-lhe, por quê sempre tinha na despedida esta forma de saudação.
Ele respondeu-me sorrindo: "Todo brasileiro apenas importa-se com esta data. Logo, sempre está esperando a vinda do próximo Carnaval". Ambos sorrimos.
Por fim Bom Carnaval, como já eu o chamava, morreu e tempos já decorreram de seu supultamento e sua relojaria não mais existe.
Mas sempre esta expressão perseguiu-me. Nela, as vezes, pensava. Até que, lendo Jung tempos atrás, vi que a imagem revive a emoção. E nós, brasileiros, com a imagem do carvaval sempre nos lembrará esta data conduzindo-nos a uma idéia de felicidade plena.
Hoje, usualmente, despeço-me dos mais íntimos com a carinhosa expressão: "Bom fim de semana." Aproximei a data que mais nos importa durante a semana. Carnaval é muito longe.
E, para todos, um Ótimo Fim de Semana.
O Peregrino.

domingo, 24 de junho de 2012

DILMA ISENTA IMPOSTOS GASOLINA



"Laissez faire, laissez aller, laissez passer", que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar". Esta é a expressão-símbolo do liberalismo econômico, na versão mais pura de capitalismo, pelo qual o mercado deve funcionar livremente, sem interferência de Governo dos países.

Claro que esta idéia é de muito superada, arcáica. Nem mesmo o republicano mais doido do Texas, como Bush pai e filho, ousariam defender.

O Executivo tem primordial importância como Órgão regulador central, na arrecadação e distribuição de impostos, na determinação de obras prioritárias, no equilíbrio das contas do erário, nas eventuais justas necessidades sociais etc.

No Brasil, mesmo sendo um simulácro de gestão governamental deveria ter, na figura do Executivo,  um ponto de equilíbrio entre despesas e receitas capazes de quantificá-las com gestão sóbria e equânime, segundo as carências administrativas do país.

Historicamente nunca fomos assim. Poderes independentes não existem institucionalmente e tudo aqui mistura-se como uma “palenada” de leis contraditórias, fins sem propósito no agrado de legisladores, judiciário e executivo. Uma espécie de feijoada mais própria do gosto de porcos do que de humanos.

E aí está, agora, a embrulhada feita sem que exista qualquer saida. Um governo populista, que vem de mais de dezesseis anos degenerando na busca de re-eleições, intervindo de forma aleatória em investimentos populistas, tentando aparar pontas com corte de impostos sem qualquer critérios que não sejam o voto fácil e sem merecimento.

Pense o amigo leitor.

1)-Isentou-se os impostos da “linha branca” com o fito de estimular-se o consumo destes bens; o mesmo se fez com os veículos novos e, agora, absurdo dos absurdos: isenta-se de impostos a Petrobras para se estimular a circulação destes veículos a entulhar nossas cidades. E tudo isso à crédito, o que, aliás, já esgotou. Todos ficaram felizes e satisfeitos. Inclusive eu.

2)-Por outro lado instiuiu-se um sem número de bolsas família, do pescador, de presidiários, de estudos para quem não é nem estudante e entulha a administração pública com outro marginália de funcionários públicos.

Pergunta-se: e investimentos em portos, estradas, aeroportos, rede ferroviária, transporte coletivo, boas universidades, ensino médio e primário, saúde, educação e muito mais ?

Temos um governo de mandraques, se não fosse de ladrões.

Quando olho o Brasil e vejo quanto de mal aqui foi feito por FHC (funcionário da USP) e LULA (sindicalista pelêgo) e, agora, a Professora Dilma (funcionária pública), receio pelo sofrimento que teremos de experimentar.

  O Peregrino

  




sábado, 23 de junho de 2012

PACIÊNCIA ! RESIGNAÇÃO ! BURRIQUICE



Gente !
Isso não é um desabafo. É uma verdade.
Meu velho saudoso pai, por não praticar estes três fatos, morreu de derrame precocemente. Era homem robusto e poderia ter vivido por muitos anos. E, pior, não desejava morrer. Mas...morreu...
Um conselho para todo infeliz ou feliz que habita este planeta: Seja paciente, resigne, faça-se de burro o quanto puder, considere as pessoas inteligentes, seja humilde, sorria bastante mesmo que a piada for um joça, não se fixe muito nem em idéias ruins e nem boas, agradeça a todos, aproveite as oportunidades que lhe deem de elogiar e se possível fazer-se de idiota é muito vantajoso, procure os últimos lugares, não dispute coisa alguma. 
Está aí a fórmula para uma vida longa, feliz, tranquila, pacífica, sem destacar-se e criar grandes problemas.
É a mediocridade sim. Mas a mediocridade feliz, serena, pacífica.
Seguindo este rumo conte com um riso alegre, meio idiota nas faces, mas em paz consigo mesmo.

O  Peregrino.

CONFUSÃO






Momentos há em que vemo-nos confusos.
Confusos com o quê passou, com o quê está ocorrendo e com o quê ainda está por acontecer.
Difícil isso.
E todos temos estes fatos. Mais ou menos ocorre no campo das emoções, certamente. Não no campo racional. Não naquela parte do cérebro onde os neurônios cuidam da razão.
Ou será que seria a razão que cuida dos neurônios ?
Exatamente não sei.
Nesta circunstância não adianta mais tentar o raciocínio lógico. Mistura-se passado, presente e futuro a um tempo só. A divisão de tempe é por assim dizer regulamentar.
Enfim, agora não consigo ajustar a razão às emoções e tão pouco o passado com o futuro e nem o presente com o passado ou este a aquele ou aquele a este.
Puxa !


Que coisa !
Ô raiva.....

Peregrino.


CUSTOS EMOCIONAIS E BENEFÍCIOS DO AMOR


Interessante !
Para cada tipo diferente de amor, os gregos possuíam uma palavra especial. Usavam “Eros”, para designar o tipo específico sexual de amor.
Esta definição falta ao linguajar comum do Ocidente.
Lá eles designavam, no grego antigo, claramente a forma de relacionamento amoroso entre as partes.
Uma definição que falta ao Ocidente, mas em grego é bem definido. Palavras diferentes para a significação da palavra “amor”.
De fato usavam, "storgé", quando se referiam ao tipo de amor existente entre pais e filhos, entre irmãos e irmãs.
Também usavam "philía", com referência a um amor do tipo amizade que existe entre pessoas que têm muito em comum, em sentido cultural e/ou idealístico.
Mas, com maior freqüência, usavam uma palavra raramente empregada pelos antigos escritores gregos: trata-se de “ágape”, referindo-se ao amor baseado em princípios, amor que pode ser expressão exemplar do altruísmo.
Quanto ao custo deste amor, obviamente ele existe.
Até mesmo no caso do tipo romântico de amor, é verdade que custa caro, mas vale a pena — isto é, se for mantido dentro dos limites estabelecidos para ele.
O tipo de amor que existe entre pais e filhos, também entre irmãos e irmãs, semelhantemente custa algo. Tais relações têm de ser cultivadas, a fim de prosperarem. As obrigações precisam ser cumpridas.
Mas, vale a pena fazê-lo. Pense só na satisfação que emana de se fazer algo por alguém a quem ama, também, de quanto significa ter alguém que realmente se interessa por você.
“A solidão é o quinhão de muitos, porque, segundo creem, ninguém realmente se importa com eles.” (Socrates).
Para se gozar o amor de amigos há também um preço que tem de ser pago. A amizade entre duas pessoas maduras exige consideração, solicitude, bons modos, tato, e genuíno interesse no bem-estar da outra pessoa, entre outras coisas. Quando as amizades se desfazem, dá-se isto porque uma ou outra pessoa tentou receber demais e não dar o suficiente.
Já aqui, abaixo dos trópicos, “amor” tem o sentido generalizado de “transar ou ficar” e tal “transa” descompromete as partes de quaisquer zelos e custos emocionais.
Audrey Hepburn foi um exemplo de amor ágape e a Embaixatriz da UNICEF. 
Um exemplo a ser seguido.

O Peregrino.



sexta-feira, 22 de junho de 2012

O QUÊ ESTÁ ACONTECENDO NO PARAGUAI ?


(FAVOR COMENTAR CONTRA OU A FAVOR)

Sociólogos, políticos, analistas socio-políticos, historiadores e até mesmo momoráveis filósofos, equivocam-se frente as realidades que se desenham aparentemente sobre os rumos de uma nação e sua História. Hitler e Napoleão Bonaparte, são dois exemplos clássicos da perca de contato com a realidade histórica de suas nações e da visão que sobre eles possuiam à época. Ambos imaginaram que suas nações seriam capazes de modificarem o mundo em um sentido próprio, impondo sua política e sua vontade pessoal não somente a seu país, mas à aqueles que se lhe opunham.
Estes fatos, aparentemente distantes do Paraguai, da época que separam os eventos, pode-se aplicá-lo para uma análise analógica entre Fernando Lugo e estes inigualáveis líderes europeus de épocas idas, como Hitler e Napoleão.
Por quê ?
Lugo, apesar de suas fraquesas éticas e morais, gerando como ex-bispo filhos naturais em várias mulheres, sendo afastado da sua Ordem Religiosa católica, tem um lado positivo, embora com graves equívocos políticos que assemelha-se a Hitler e Napoleão. Claro. Lugo, é praticamente um ignorante comparado a estes líderes e seu país incomparavelmente pobre, desentrualizado e destituido de cultura. Mas é análogo seu erro.
Lugo tentou ultrapassar seu tempo, tentando fazer uma reforma agrária à revelia da maioria absoluta de sua Nação, enfrentando uma oligargia secular.
Estava decididamente louco. Isso seria contrariar toda massa de poder aos proprietários rurais de sua nação, que consitui toda força política e econômica do Paraguai.
Ora, a reação foi imediata. Não se trata de um golpe militar. Trata-se de  colocar para fora em um simples e direto golpe congressual jogando a rua  uma pessoa que, tendo sido eleito por um maioria pequena, queria manobrar contra a maioria. Impossível ! Hitler e Napoleão foram mais hábeis, mas Lugo...apenas levou um papelote na cabeça e já está sem emprego.
Para que uma Nação caminhe, é preciso que seu povo caminhe junto e o Paraguai, um dos mais atrasados países da América, não caminhará agora e nem no futuro, comungando com as idéias do ingênuo Lugo.

O Peregrino.    

A NOITE É MINHA ?



Não é de hoje. É de muito tempo. Nasci com um bio-rítmo diferenciado da maioria das demais pessoas. A noite, para mim, eleva o espírito. Leva-me a sonhar sonhos impossíveis, meros vôos de fantasias assim tão tolas que, às vezes, até sorrio de mim mesmo. Imagino-me, em uma noite escura como esta, voando acima da velocidade do som, pilotanto um avião de guerra e fazendo curvas maravilhosas com muita adrenalina, ouvindo em alto som as Quatro Estações de Vivaldi.

Aqui tenho, no prédio, em meu andar, uma espécie de torre que uso como "fumódromo". De lá vejo parte da cidade e ali, entre um cigarro e outro, vou vendo regiões distantes até onde a cidade termina no campo cercado por canaviais e, às vezes, vejo cá de longe, a colheita que e efetua a noite nas máquinas colhendo e levando-a a caminhões.

Passeio em meus pensamentos o passado em viagens como esta sob chuvas pesadas, locais distantes deste país e, de repente, imagino o pensamento de filósofos com suas teorias complexas dentro de paradigmas de difícil compreensão.

Enfim, solto minha alma em liberdade sem pauta de pensamento. A noite esconde o rumor distante da cidade e o silêncio cái de forma pesada nestas horas.

É estranho, mas experimento um prazer imotivado com alegrias simples, mas que preenchem minha alma. Sem hora para dispor de nada volto para dentro de mim mesmo questionando, contemplando, propondo entre tolíces e idéias sérias finalidades maiores. Ao longe, as vezes, ouço o rumor de uma moto alta singrando o silência rumo ao nada. Apenas o gosto que se sente da velocidade.

Um instante. Apenas um instante meu. Se tirá-lo de mim, certamente sofro.

Esta noite e minha ?

O Peregrino.


QUAL O MEU LUGAR ?


Este Blog é, também, de memórias. Como sou muito velho, posso, aqui, recordá-las com a permissão dos leitores, não é mesmo ?

Em sendo assim, recordo-me.

Por volta do segundo semestre de 2.009 “decretei” férias definitivas para mim. Pensei: “Não trabalharei mais.” Isso após uma vida de 45 anos de serviços bastante intensos em atividades variadas e acumuladas: advocacia por estes “brasilsão” de Deus, atividades político- administrativas e zelando por duas propriedades rurais que possuía. Entreguei tudo o filho.

Nossa !

Somente experimentei alegria maior quando, no internato, via-me livre das obrigações rotineiras e viajava para casa de meus pais. Lá não tinha horários, ficava entregue aos folguedos, viagem à fazenda na companhia do pai, serestas à noite, bebedeiras e, enfim, lá “era amigo do Rei.”

Fui para Bertioga curtir o que supunha seriam as férias como antigamente. Livre. Inteiramente livre.

Lá adorava uma certa senhora, cuja residência era em uma cidade próxima. Sempre que podíamos nos víamos.

Os dias corriam céleres. Fazia longas caminhadas na praia. Fiz amigos entre os pescadores e, com eles, saía à noite para jogar redes de arrasto para, ao amanhecer, as recolhermos cheias de peixe. Tudo novo pelo que vivera até então. Gente nova, lugares novos, praias que não conhecia e, assim, fiquei quase que um ano ali. Não voltei para casa. Pensei que ia ser o novo nascer de uma vida.

Parecia feliz.

Dá-se que, com problemas burocráticos absolutamente insolúveis em Belo Horizonte, fui para lá no começo do ano de 2.010 e demorei demais envolvido nestas soluções. Só um milagre poderia resolver. E, de fato, o milagre houve e tudo foi resolvido.

Voltei a Bertioga pelo meio deste referido ano e, já tudo estava diferente. A senhora, tão amada, a outro se vinculara de forma bastante próxima e as praias perderam a graça, a lua já não mais tinha  beleza, o vendo não brincava com os cabelos de ninguém, o céu ficou escuro, as praias sem interesse e as pescarias de arrastão desapareceram de meu interesse e os novos amigos pareceram-me sem graça.

Fui para Montividéo, onde tinha conhecidos. Nada era como antes. Eles envelheceram e morreram e ali, meus interesses eram, agora, distrair-me. Tudo triste e monótono.

Fui para Santos. Nunca imaginei que Santos fosse uma cidade tão civilizada, amável e doce como parecia-me ser. São Vicente, Praia Grande tudo adorável. Tive muitos amigos e amigas no pouco tempo que habitei ali. Mas, afinal, tudo se desfez como um sonho cansativo.

Voltei a Ribeirão Preto. Aqui todos ocupados em uma vida em trânsito.

Qual o meu lugar ?

Mas este é o primeiro de meus últimos dias...

O Peregrino, há muitos anos quando ainda era jovem.  





  








quinta-feira, 21 de junho de 2012

AUTO SUSTENTABILIDADE



Seria a terra auto-sustentável, com a presença do homem aqui ?
Parece que, ao que se vê, a presença humana neste planeta, com os apetites de nossa civilização, com nossa idéia de consumismo, a voracidade cada vez maiores de procriarmos, há uma incompatibilidade natural com o Planeta.
Se aceitarmos a idéia de um consumo ilimitado, buscando cada vez PIBs maiores, frente a limitação do próprio planeta, evidencia-se que esta pseudo sustentabilidade é uma farça. Tão tola aliás, que salta aos olhos de qualquer um, a disparidade entre o uso ilimitado da terra e suas limitações quanto a este mesmo uso.
É absurda a proposição de que, sem a limitação da população no planeta sempre em expansão ilimitada, possa haver o equilíbrio entre os recursos naturais e a quantidade de habitantes com que procriamos.

O Peregrino.  

MALTHUS É UMA FALÁCIA ?



Preocupado com o crescimento populacional acelerado, Malthus publica em 1798 uma série de ideias, alertando a importância do controle da natalidade, afirmando que o bem estar populacional estaria intimamente relacionado com crescimento demográfico do planeta. Malthus alertava que o crescimento desordenado acarretaria na falta de recursos alimentícios para a população gerando como consequência a fome.
Admitamos que Malthus esteja errado. As fontes de alimento são infinitas, que o uso da água seja esteja sempre em expansão, que a energia seja infinita.
Mas em uma coisa parece que ele não estaria errado, pois a área do planeta -mesmo que eliminarmos todas demais animais- é limitado. Sempre teremos uma única área, já que não se aumenta as dimensões da terra.
Assim, se hoje temos em média uma área quadrada para nela habitarmos, no futuro esta será menor, menor e menor. Sempre menor.
Alguém já imaginou uma pessoa vivendo em um metro quadrado ?
kkkkkkkkkkkkk
O Preregrino.  

JUNG : PSICOLOGIA ANALÍTICA

Carl Gustav Jung, médico e psiquiatra Suiço deu, juntamente com Freud, os primeiros passos rumo a análise psicanalítica, acrescentando um novo universo ao que antes era apenas passos obscuros e de pouco significado para a leitura da alma humana. Seu primeiro trabalho é do  mesmo período em que estava junto com Freud. Jung começou a desenvolver um sistema teórico que chamou, originalmente, de "Psicologia dos Complexos", mais tarde chamando-o de "Psicologia Analítica", como resultado direto de seu contato prático com seus pacientes. É aparentemente simples, prático e de efeito eficiente estas suas observações. Ao dizer uma palavra, Jung tenta fazer com que o paciente mentalize uma idéia. E, através destas sucessivas idéias, ele vai analizando o paciente até que um quadro mental desponte deste emaranhado de fatos indistintos em um contexto claro, capaz de ensejar, entre analizado e analista, todo um quadro esclarecedor de lembranças que, de outra forma, não se poderia alcançar. Este é um dos princípios inovadores do grande e insuperável Mestre.



O Peregrino



quarta-feira, 20 de junho de 2012

TARDE CHUVOSA


COM  CHUVA...
SEM CHUVA...
O
BRASILEIRO SOFRE...
SEMPRE.

O Peregrino.


O PRIMEIRO DE MEUS ÚLTIMOS DIAS


O PRIMEIRO DE MEUS ÚLTIMOS DIAS 

Á LESTE  UM SOL TÓRRIDO DOS TRÓPICOS ESPLODE EM UM CÉU DE POUCAS NUVENS.

VERMELHO, SANGRENTO, COMO A AMEAÇAR A CIDADE  INDEFESA, INVADE A URBE QUE,  MODESTA, ESPERA-O.

CAFÉ ÁS SEIS. TOMEI E VIM ESPERÁ-LO.

A TRIPULAÇAO DA PASSAREDO TOMOU JUNTO O CAFÉ.

VIM PARA A TORRE ESPERAR O SOL.

AOS POUCOS, AQUI E  ALI, NAS VIAS PRÓXIMAS, OS PRIMEIROS VEÍCULOS RODEAM A TORRE.

AQUI  DENTRO, NO SILÊNCIO  AGORA QUEBRADO SOMENTE  PELO SOM REMOTO DOS RUMORES DA CIDADE, OUÇO O RONRONAR SERENO DE UMA AMIGA MUITO ESPÉCIAL.

ELA AINDA DORME.

SONHA O SONHO DOS JUSTOS.

AINDA O FRIOZINHO DA MANHÃ OBRIGA-A A COBRIR-SE.

GOSTO DELA, GOSTO DO SOL QUE TOSTARÁ A CIDADE E, TALVEZ, ELA VÁ A PISCINA.

LEREI ALGUM LIVRO, ENQUANTO ELA TOMA ESTE MESMO SOL.

MAS O DIA TRANSCORRERÁ.

A TARDE, À OESTE ELE SE PORÁ LENTO  COMO VEIO, DEIXANDO UM HÁLITO QUENTE SOBRE TODOS NÓS.

TERÁ FINDO OS ÚLTIMO DE MEUS PRIMEIROS DIAS.



O Viandante.





 


terça-feira, 19 de junho de 2012

AS ONDAS NÃO ENVELHECEM.

As ondas nascem.
As ondas vivem.
Mas as ondas não envelhecem.
Nascem com o vento e nele vivem. Viajam.
Vão longe, mas por mais que caminhem, nunca envelhecem.
Elas, simplesmente, morrem.
Repentinamente morrem em uma praia, em um rochedo, no casco de um navio.


O Peregrino.

DESTINO PREVISÍVEL



O DESTINO

Uma amiga indagou-me certa feita se o Destino existia. Claro. O Destino existe. O que dificulta na indagação, é se a previsibilidade do Destino é possível.

Esta pergunta, por muitos anos, encabulou-se o espírito.

Peregrinando nas andanças de meu espírito sobre fatos verídicos, excluindo delas os exageros  de eventuais previsões tidas como mediúnicas, Uma posição filosófica, real, oriunda da melhor fonte possível, assevera a existência do Destino. E, afinal, comprova.

Eu li, estudei por anos a ARTE CAVALHEIRESCA DO CAVALEIRO ZEN. O autor deste livro não é um poeta. É um Filósofo (Nesse livro surpreendente, Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen, o filósofo alemão Eugen Herrigel -1884-1955- conta sua extraordinária experiência como discípulo de um Mestre Zen, com quem aprendeu a arte de atirar com arco, durante  em que viveu no Japão, como professor da Universidade de Tohoku). Entre 1924 e 1929 foi professor de Filosofia na Kaiserlichen Universität, em Sendia, no Japão, e entre 1929 e 1948 professor de Filosofia Sistemática em Erlangen.
Assim e deste modo, a procedência e seriedade das informações deste autor escapa a qualquer dúvida.
A tal evolução chega a técnica e concentração quase anímica do Mestre, que, ao final, depois de muitos anos de experiências com o discípulo, fez-lhe a demonstração de uma façanha inacreditável: Estando somente ele e o aluno no campo de “tiro ao arco”, determinou que este vendasse-lhes os olhos, apagou a luz elétrica do local, especificou que o aprendiz colocasse o alvo em qualquer lugar que desejasse e, buscando o mesmo sem nada, ver atirou a flecha.
O discípulo quase morreu de susto. Pois o alvo, nestas condições fora acertado em cheio, na mira exata.
Explicou o Mestre Zen. “Não atiro no alvo. Atiro em mim mesmo. É concentrando em mim que a seta busca o alvo. O alvo procura-me, não é procurado por mim.”
E, assim, estudando em toda extensão este livro, foi que entendi o que seja o Destino.
Leia-o. Talvez você também o entenda.

 O Viandante.










segunda-feira, 18 de junho de 2012

GRÉCIA PRÓXIMA A REVOLUÇÃO SOCIAL


A Grécia, após as eleições da última semana, não conseguiu um maioria expressíva em seu govêrno. O futuro possível premiê grego, Antonis Samaras, assim manifesta suas dúvidas:

"Meu maior temor é de uma explosão social", disse um assessor do provável futuro novo premiê grego, Antonis Samaras. "Se não houver mudança na matriz política, teremos uma explosão social mesmo se você trouxer Jesus Cristo para governar este país." (Reuters)

PEREGRINO




Fácil.
Difícil.
É voltar ao passado,
ver o presente e no entretanto tentar divisar o futuro. 
Essa a saga humana.
Sempre
Somos um constante caminhar
de passado, presente e futuro.
Enfim, nada do que somos na verdade somos
Um constante ir do nada para o nada

O viandante 



Liberdade



"A liberdadeé a essência
da própria vida"

O viandante